Nem o primeiro.
Não amo a urgência em admirar amanheceres, por sabê-los finitos, assim como a minha vida.
Mas acredito que sou o melhor empréstimo que pode ser concedido.
E como empréstimo, cuidarei para que no momento em que eu tenha que devolvê-lo, ele tenha sido tão idolatrado em cada sopro, olhar, abraço, em cada admirar lento e cheio de agradecimento.
Que aquele que o receber em suas mãos, de volta, reconheça o quão foi breve, porém lindo, intenso, profundo, feliz, iluminado o usufruir de algo que nunca foi meu, mas me foi concedido e portanto, amado.

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