Bem-vindo afiador de facas com seu apito doce que me pega no colo e me leva de volta à infância.
Te olho da janela e meu coração se enche de uma saudade colorida e leve, feito algodão doce.
Teu caminhar lento ao lado da antiga bicicleta, abre de leve uma porta na minha maturidade e me faz relembrar um pátio de avô, onde as parreiras eram repletas e perfumadas no verão. Uvas brancas e vermelhas anunciavam as tão queridas férias que já dobravam a esquina da Rua Mariland.
Cada lembrança do cheiro de piscina, Natal, praia, brincadeiras ao ar livre e joelhos feridos de tombos, me são ar e esperança na crença de que mesmo o mundo não sendo perfeito, podemos, na pureza das boas vontades, fazê-lo lugar de alegrias passageiras nas asas do tempo que voa.
Alegrias perenes no descanso de nossa alma.
Te olho da janela e meu coração se enche de uma saudade colorida e leve, feito algodão doce.
Teu caminhar lento ao lado da antiga bicicleta, abre de leve uma porta na minha maturidade e me faz relembrar um pátio de avô, onde as parreiras eram repletas e perfumadas no verão. Uvas brancas e vermelhas anunciavam as tão queridas férias que já dobravam a esquina da Rua Mariland.
Cada lembrança do cheiro de piscina, Natal, praia, brincadeiras ao ar livre e joelhos feridos de tombos, me são ar e esperança na crença de que mesmo o mundo não sendo perfeito, podemos, na pureza das boas vontades, fazê-lo lugar de alegrias passageiras nas asas do tempo que voa.
Alegrias perenes no descanso de nossa alma.

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