Quando tu me vês assim, com tanta falta de adorno, com poucos coloridos que alegram os olhos, sem purpurina, nem cartões de Origami, não queres rasgar em pedaços o embrulho sem graça, pois temes o que vais encontrar.
Quando eu estiver apenas sendo o que sou sem papel, nem bonita nem feia, sem nada para cobrir minhas alegrias e minhas tristezas, apenas inteira, é nesta hora que vou querer que tu me recebas.

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