terça-feira, 8 de abril de 2014
Homens só querem uma coisa...
Depois desta postagem eu tenho um grande risco de ser assassinada.
Deposta, largada, detonada, desmerecida.
Por um homem.
Mas vou fazer o que eles mais sabem fazer, se foder.
Em todos os sentidos que isso possa representar.
Eles amam esse verbo, de todo o coração.
No momento em que as suas mamães enxergaram aquela sublime espadinha na imagem da ecografia, entraram em deleite.
Porque ter uma espadinha no lugar de alguns sulcos e reentrâncias é o aval de poder, principalmente nos recônditos escondidos desse Brasilzinho com Z.
Eles se tocam aos dois anos de idade e a mamãe dá risinhos de lado.
Querem agarrar as menininhas do maternal e o papai fotografa.
Na adolescência saem para as viagens à Porto Seguro com o dito afiado, pronto para o embate, para orgulho dos progenitores.
No caso das meninas, é lástima, agouro. Foi feito trabalho pesado pra coitada sair tão soltinha.
Então vem a fase adulta.
Tudo gira em torno de foder com a outra...ou outro.
A maior espada é simbolo de conquistas, mas pode-se ter o maior bolso, a maior lábia, dá-se um jeito quando a imagem da ecografia criou dúvidas.
Uma moto maior, quem sabe.
Um super automóvel.
Ou uma super capacidade de subestimar o outro.
Outra, de preferência. Aquela que nasceu sem chaveirinho para sacudir, bonitinho.
Quer ter a melhor arma do mundo? Não dê para um cara desesperado para te comer. Você será a Rainha enquanto durar o seu estoque de Jogo Duro.
Você terá mais amigos que o Roberto Carlos, só no intuito de descobrir o que se esconde atrás dos véus da sua deliciosa amizade.
Mas quando as esperanças ruírem, não queira ver a Espada revoltada, carente, deprimida, rechaçada.
Não queira.
Seu intelecto será diminuído ao tamanho de uma ervilha e seu valor estará lá no ebay pronto para ser liquidado. As coisas que você sabia fazer tão bem...nossa... ficarão cheias de erros.
Porque a motivação dos homens nesse mundo é única.
Por um dia, dois anos, duas horas.
Claro, vem algumas coisas penduradas à vontade voraz da espadinha: família, trabalho, status, férias, remuneração, filhos.
Problemas.
E quando toda essa batalha estiver chegando ao fim, nada como, entre pensamentos de louvor, finalmente guardar na bainha a motivação de uma vida.
E guardar no coração a imensa medalha escrita:
"Eu fui foda".
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário