E estaremos todos, em um futuro não tão distante, sentadinhos, apreciando um presente onde teremos tempo de deitar a cabeça e olhar o branco leve das nuvens.
E poderemos, sem pressa, ver o farfalhar das árvores e saberemos nomear cada espécie de pássaro que pousa em seus galhos e sorriremos com o tempo que temos para vê-las montar seus ninhos e chocar seus ovinhos.
E poderemos, sem pressa, ver o farfalhar das árvores e saberemos nomear cada espécie de pássaro que pousa em seus galhos e sorriremos com o tempo que temos para vê-las montar seus ninhos e chocar seus ovinhos.
Mesmo quando nosso passado foi cheio de pressa, tarefas inacabadas, horas mal dormidas, preocupações com dinheiro, carreira, filhos, contas, férias não tiradas.
Chegaremos lá, apesar de toda a profusão de vida qua hoje nos engolfa nessa onda gigantesca de tarefas.
Mas temos que estar com a nossa consciência doce para podermos, feito mel, deixá-la escorrer por nossas lembranças e vermos que aquilo tudo valeu a pena.
Porque toda essa correria, essa fome de vida, deve ser retrato para emoldurarmos com gosto, para podermos mostrar com orgulho, para quem quer que seja, o quanto não ficamos parados esperando os dias passarem.
E teremos muito tempo para sentar, para rebobinar nossa vida em pensamentos, para pegar o sol tão saudável da manhã e dormir todas as horas de sono que dizem corretas.
Porque acabaremos lá, nesse futuro nem tão distante, com tempo para tudo, mas sem muito tempo pela frente.
E devemos rir demais de todas essas estripulias sem motivo aparente que nós humanos fazemos, em nome de muitas coisas que esquecemos o nome, depois de algum tempo.
E sacudiremos nossas cabeças brancas, condescentedentes com os nossos erros de quem pensa que tem muitas chances, quando a única que temos é viver a nossa única vida neste mundo.
E que possamos ver que cada erro foi esboço de acerto e que mesmo errando muito, nossa alma nunca foi corrompida pelos erros permanentes, daqueles que pintam de negro o nosso caráter.
Então, estaremos prontos para seguir.
Agradecendo a Deus o tempo restante que tivemos para poder encontrar o nosso significado de existir.
Chegaremos lá, apesar de toda a profusão de vida qua hoje nos engolfa nessa onda gigantesca de tarefas.
Mas temos que estar com a nossa consciência doce para podermos, feito mel, deixá-la escorrer por nossas lembranças e vermos que aquilo tudo valeu a pena.
Porque toda essa correria, essa fome de vida, deve ser retrato para emoldurarmos com gosto, para podermos mostrar com orgulho, para quem quer que seja, o quanto não ficamos parados esperando os dias passarem.
E teremos muito tempo para sentar, para rebobinar nossa vida em pensamentos, para pegar o sol tão saudável da manhã e dormir todas as horas de sono que dizem corretas.
Porque acabaremos lá, nesse futuro nem tão distante, com tempo para tudo, mas sem muito tempo pela frente.
E devemos rir demais de todas essas estripulias sem motivo aparente que nós humanos fazemos, em nome de muitas coisas que esquecemos o nome, depois de algum tempo.
E sacudiremos nossas cabeças brancas, condescentedentes com os nossos erros de quem pensa que tem muitas chances, quando a única que temos é viver a nossa única vida neste mundo.
E que possamos ver que cada erro foi esboço de acerto e que mesmo errando muito, nossa alma nunca foi corrompida pelos erros permanentes, daqueles que pintam de negro o nosso caráter.
Então, estaremos prontos para seguir.
Agradecendo a Deus o tempo restante que tivemos para poder encontrar o nosso significado de existir.

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