· Eu queria ter a capacidade de resiliência dos cães, que aceitam a vida e se regeneram da dor, sem olhar para trás, sem marcas permanentes. Dedico minha admiração ao meu cão Lupin, que foi posto para morrer quando filhote por homens que não amavam a si mesmos e que, hoje, ama os seres humanos, é feliz e agradece, todos os dias, por cuidarmos dele. Simples, ele ama o ar que respira e não lembra mais do ar que lhe faltou.

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